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O Românico em Coimbra
(séc.XI a XIII)
Claustros da Igreja de S. João de Almedina (Museu Nacional de Machado de Castro); Sé Velha; Igreja de S. Salvador;
Igreja de S. Tiago.
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Coimbra Gótica
(séc.XIII a XV)
Convento de Celas (claustro de capitéis historiados); Sé Velha (claustro, túmulos, retábulo do altar-mor - gótico flamejante); Igreja do Convento de Santa Clara-a-Velha;
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Igreja do Convento de Santa Clara-a-Nova (túmulo primitivo da Rainha Santa Isabel).
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Coimbra Manuelina
(séc. XVI)
Universidade de Coimbra (capela de S. Miguel); Sé Nova (pia baptismal); Palácio de Sub-Ribas; Vestígios das muralhas da cidade de Coimbra (Torre d'Anto, Porta de Almedina, Couraça da Estrela); Igreja de Santa Cruz (claustro, cadeiral, interior do Café de Santa Cruz).
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Coimbra Renascentista
(séc. XVI)
Colégio do Carmo; Igreja do Carmo (Deposição no Túmulo); Igreja do Colégio da Graça; Igreja do Colégio de S. Pedro; Colégio de S. Tomás (actual Palácio da Justiça); Jardim da Manga; Igreja de Santa Cruz (portal, púlpito, túmulos dos reis); |
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Claustro do Colégio de Sto. Agostinho (Faculdade de Psicologia);
Sé Velha (Capela de S. Pedro, Capela do Sacramento, Porta Especiosa);
Sé Nova (traçado da planta de influência renascentista e 1ª fase da Fachada);
Claustro do Colégio de S. Jerónimo:
Museu Nacional de Machado de Castro (esculturas provenientes de igrejas e mosteiros de toda a Região da autoria de escultores como Nicolau de Chanterenne, Filipe Hodarte e João de Ruão);
Casa dos Melos (Faculdade de Farmácia).
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O Maneirismo em Coimbra
(séc. XVII)
Universidade de Coimbra (Porta Férrea, Sala Grande dos Actos); Museu Nacional de Machado de Castro (Loggia e portal); Igreja de S. João de Almedina; Igreja de Santa Cruz Sacristia.
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Coimbra Barroca
(séc.XVII e XVIII)
Universidade de Coimbra (Biblioteca Joanina); Capela de S. Miguel - Órgão setecentista; Torre da Universidade e Colégio de S. Jerónimo (escadaria e fachada); Sé Nova (2ª fase da fachada, órgão, retábulos e cadeiral); Igreja de Santa Cruz (Arco Triunfal); Igreja de S. Bartolomeu; Convento de Santa Clara-a-Nova.
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O Neo-clássico em Coimbra
(séc. XVIII)
Universidade de Coimbra (Via Latina); Museu de História Natural; Laboratório Químico; Museu de Antropologia; Jardim Botânico.
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Coimbra e o Estado Novo
(séc. XX)
Faculdades: Letras, Medicina, Matemática, Ciências e Tecnologia e Biblioteca Geral; Estátuas de D. Dinis e D. João III da autoria de Francisco Franco; Portugal dos Pequenitos da autoria de Cassiano Branco. |
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O Revivalismo em Coimbra
(séx XX)
Núcleo de habitações do início do século: junto ao Penedo da Saudade, à rua Oliveira Matos. Fachada do Café de Santa Cruz. Edifício Chiado.
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Os Retábulos de Coimbra
Museu Nacional de Machado de Castro: retábulo renascentista da Capela do Tesoureiro (séc. XVI). Universidade de Coimbra:
retábulo maneirista da Capela de S.Miguel (início séc. XVII). Igreja de S. Salvador: retábulo rocócó Coimbrão da Capela-mor (meados séc. XVIII) e retábulo renascença coimbrã da Capela de S. Marcos (meados séc. XVI).
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Igreja do Carmo: retábulo maneirista da Capela-mor (séc. XVI).
Igreja de Santa Clara-a-Nova: retábulo barroco da Capela-mor (séc. XVIII).
Sé Velha: retábulo gótico flamejante da Capela-mor (séc. XVI); retábulo de renascença coimbrã da Capela do Sacramento (séc. XVI) e retábulo da renascença coimbrã da Capela de S. Pedro (séc. XVI).
Igreja de S. Tiago: retábulo rocócó coimbrão da Capela-mor (séc. XVIII).
Igreja de Santa Cruz: retábulo maneirista coimbrão da Capela de S. Miguel (finais séc. XVI).
Sé Nova: retábulos barrocos da Capela-mor e do transepto (finais séc. XVII).
Igreja da Graça: retábulo maneirista da Capela-mor (início séc. XVII).
Igreja de Santa Justa: retábulo barroco da Capela-mor (início séc. XVIII).
Igreja de Santa Clara-a-Velha: retábulo de pedra da renascença coimbrã (séc. XVI).
Igreja de Santo António dos Olivais: retábulo barroco da Capela-mor (séc. XVIII).
Mosteiro de S. Marcos: retábulo da renascença coimbrã da Capela-mor (séc. XVI).
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Coimbra das Repúblicas
Ay-Ó-Linda, Rapó-Taxo e Fantasmas: Bairro Sousa Pinto.
Real República Corsários das Ilhas: Couraça dos Apóstolos.
Real República Rás-Te-Parta, Solar do 44 e República dos Inkas:
Rua da Matemática.
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Real República Baco: Rua do Loureiro.
Real República do Bota-Abaixo: Rua de S. Salvador.
República dos Kágados: Rua Joaquim António de Aguiar.
Real República do Prá-Kys-Tão: Casa da Nau - Rua das Esteirinhas
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Os Órgãos de Tubos
Capela de S. Miguel (Universidade de Coimbra): órgão do séc. XVIII (c. de 1733) de estilo barroco.
Igreja da Sé Nova (Coimbra): órgão do final do séc. XVIII de estilo Neo-clássico.
Igreja de Sta. Cruz (Coimbra): órgão do séc. XVIII (c. de 1724) de estilo barroco. Igreja da Graça (Coimbra): órgão no coro alto, dos finais do séc. XVII, inícios do séc. XVIII.
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Igreja de Sta. Clara-a-Nova: órgão do coro alto e do coro baixo, ambos do séc. XVIII.
Seminário Maior de Coimbra: órgão do séc. XVIII (cerca de 1763).
Igreja do Convento do Lorvão (Penacova): órgão do séc. XVIII em estilo Neo-clássico.
Igreja do Convento de Semide (Semide - Miranda do Corvo): órgão da 2ª metade do séc. XVIII, em estilo Neo-clássico.
Igreja de S. Gens (Arganil): órgão do séc. XIX.
Igreja da Misericórdia (Arganil): órgão aparatoso datado do séc. XIX.
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Os Castelos
Castelo de Arouce (Lousã): a construção inicial data do séc. XI. Sofreu profundas remodelações no séc. XIV.
Castelo de Penela (Penela): anterior à Reconquista, o que vemos hoje data dos sécs. XIV e XV.
Castelo de Montemor (Montemor-o-Velho): anterior à Reconquista, o que hoje resta é dos finais do séc. XIV.
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Castelo de Soure (Soure): datado da época romana, desempenhou um papel fundamental na Reconquista, tendo sido doado aos Templários em 1128.
Forte de Santa Catarina e de Buarcos (Figueira da Foz): datam dos finais do séc. XVI e faziam parte do grupo de fortificações de defesa marítima onde se incluía também o Fortim de Palheiros. |